Abertura
O uso do verbo dormir em Angola, entre outras questões
Em O Nosso Idioma, Edno Pimentel corrige um erro curioso de alguns falantes angolanos: entre eles, o verbo dormir significa não especificamente «estar no estado de sono» mas, de modo mais genérico, «passar a noite» (texto original publicado no jornal angolano Nova Gazeta).
No consultório, continua a discussão de casos sobre os quais a doutrina normativa não é categórica: está correto empregar anexado em lugar de anexo? «Adeus, que me vou embora», ou «adeus, que vou-me embora»? Pode o verbo adequar ser conjugado em todos os tempos e modos?
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Assinale-se neste dia, 19 de junho, o lançamento, no Anfiteatro III da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL), às 19h00, do Dicionário Livre do Santome-Português (Editora Hedra Educação), trabalho dos investigadores e professores universitários Gabriel Araújo (Universidade de São Paulo) e Tjerk Hagemeijer (FLUL). O santome ou são-tomense é uma das línguas crioulas autóctones faladas na República de São Tomé e Príncipe (ler artigo de Tjerk Hagemeijer, que se refere a este país como «as ilhas de Babel»).
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Muito grato.
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